sexta-feira, 17 de junho de 2011

Siga o voo das borboletas


Acende mais uma luz
E o casulo despe a origem da vida 
Que se transforma em liberdade
Pelo tempo que as asas libertam
Sobrevoando as veredas da existência
Enfeitando a natureza com suavidade e leveza
Por entre os campos e flores com sua beleza
Multicolorida ou de uma cor vibrante
Momento a momento, espalhando uma nova semente
Produz o ovo que nasce a lagarta rastejante
E numa metamorfose espetacular de magia
Prepara-se para a morada de uma nova vida
Doando de si para outra nascer do seu casulo
Num ciclo interminável de transformação
Ensinando que a vida é momentânea e pura alquimia
Doação espontânea do ser em essência
Do nascimento, vida, morte e renascimento
Nas veredas naturais da existência presente
As borboletas nos mostram todos os dias
O show da vida!

Se, deseja ser feliz,
Pelas veredas da vida,
Siga o voo das borboletas!


Helen De Rose

* Lançamento dia 9 de julho de 2011, no Fran's Café de Sorocaba/SP.

3 comentários:

  1. Mesmo que a vida seja curda, é bela e intensa.
    Bjux

    ResponderExcluir
  2. "Que dizer da borboleta que pousa de ramo em ramo? Talvez ela não saiba que meus olhos a vêm voar no vento. Talvez saiba. Também o meu afecto vai no vento e voa e pousa nos ramos frágeis da minha amada."

    Beijo meu.

    ResponderExcluir
  3. Amiga só agora coloquei a capa do seu livro
    no meu blogue. Espero muita sorte para o
    mesmo, isto é, muitas vendas.
    Tenho um blogue mais virado para poesia:
    http://sinfoniaesol.wordpress.com
    Beijinho
    Irene
    Ah, foi um gosto conhecer seu blogue.

    ResponderExcluir

Agradeço sua atenção.
Bastante proteção em seus caminhos.
Sucesso sempre.
Helen De Rose

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