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Mamãe e filhos |
Mãe,
Tu és o ninho da vida nessa fecundidade
Enquanto o milagre do corpo está em formação
Tu és o portal da luz no nascimento da humanidade
O amor mais sagrado doado em sublimação
Tu és as manhãs de cada dia do nascer do sol
Iluminando nossos passos inocentes de criança
Tu és as tardes dos nossos aprendizados diante do arrebol
O descanso dos nossos olhos em tua eterna lembrança
Tu és as noites estreladas da nossa frágil adolescência
Enquanto o Luar ouve tuas preces para nos proteger
Tu és as madrugadas passadas em clara consciência
Esperando por nosso abraço antes do amanhecer
Tu és nossa mãe todos os dias de nossas vidas
Enquanto estiver viva e depois que morrer
Pois a saudade é o legado que deixas nas partidas
Nas lágrimas de amor que não desejamos esquecer
Helen De Rose
* Obra publicada no livro "100 Grandes Poetas Brasileiros" - lançamento em 15/09/2010
Tu és o ninho da vida nessa fecundidade
Enquanto o milagre do corpo está em formação
Tu és o portal da luz no nascimento da humanidade
O amor mais sagrado doado em sublimação
Tu és as manhãs de cada dia do nascer do sol
Iluminando nossos passos inocentes de criança
Tu és as tardes dos nossos aprendizados diante do arrebol
O descanso dos nossos olhos em tua eterna lembrança
Tu és as noites estreladas da nossa frágil adolescência
Enquanto o Luar ouve tuas preces para nos proteger
Tu és as madrugadas passadas em clara consciência
Esperando por nosso abraço antes do amanhecer
Tu és nossa mãe todos os dias de nossas vidas
Enquanto estiver viva e depois que morrer
Pois a saudade é o legado que deixas nas partidas
Nas lágrimas de amor que não desejamos esquecer
Helen De Rose
* Obra publicada no livro "100 Grandes Poetas Brasileiros" - lançamento em 15/09/2010
Linda poesia e parabéns e sucesso com essa obra!beijos,tudo de bom,chica
ResponderExcluirMinha querida
ResponderExcluirUma bela homenagem a sua mãe, num poema lindo.
Deixo beijinhos
Sonhadora
Tudo que se falar seria pouco. Mãe é inigualável.
ResponderExcluirBjux
Mãe amor insuperável. Belíssima poesia!
ResponderExcluirHelen, fiquei muito feliz com tua visita, comentário e incentivo. Quero ir além, quero folhear oque escrevo, chegará a hora!. Eu creio..rs
Beijos meu
Comovente poema, que numa altura em que a minha está numa cadeira de roda depois de ter fracturado a clavícula, me emocionou até às lágrimas. Lindo!
ResponderExcluirDeixo-te (se me permites) com o último poema que dediquei à minha mãe, afinal a mais bela luz que vai acompanhando as nossas vidas.
Beijo,
Vóny Ferreira
"Mãe... Mãe... tenho medo!"
Do outro lado da tela
as cores diluem-se e mostram
o sol que dormita numa ravina
um rio gigantesco que lento, seca.
Mãe… mãe… porque não me escutas?
Os teus passos sucumbem numa cama
a tua voz fala-me através dos olhos
como se a tua alma me deixasse
pregada à cruz que na parede
tem Jesus que vela pelo teu sono.
Mãe… Mãe… tenho medo!
Abraça-me e diz-me que sou a tua menina
não, abraça-me e dá-me o sol dos teus olhos
é que ele foge-me por entre os dedos
como se ansiasses a escuridão do abismo
Mãe… Mãe… amo-te, tanto!
(VÓNY FERREIRA)
Not: Poema registado na Soc. Portuguesa de Autores e IGAG em Junho 2010